Não é segredo para ninguém que a estrutura construída pelo Governo do Estado do Paraná e depois entregue à Itaipu Binacional para permitir a migração dos peixes do Rio Paraná interrompida pela barragem da usina, funciona como um verdadeiro corredor ecológico, garantindo que espécies migratórias completem seus ciclos reprodutivos.
Também não é segredo que a Empresa investe um valor bastante considerável para desenvolver ações que possibilitem a migração de várias espécies de peixes do leito natural do Rio Paraná ao Reservatório da Itaipu Binacional. O ciclo reprodutivo é observado e comprovado através de monitoramentos desenvolvidos com tecnologias de ponta como marcações eletrônicas, câmeras aquáticas, sensores e dezenas de outros instrumentos que fazem o time dirigido pela competente bióloga Caroline Henn, da Divisão de Reservatórios da Itaipu e coordenadora do projeto, um dos mais respeitados do País e referência mundial na questão migratória dos peixes de água doce.
Não bastasse o trabalho técnico científico, a Empresa preocupa-se em desenvolver a cultura e a importância da ictiofauna para as crianças e adolescentes do Projeto Meninos do Lago, que vivem e se divertem exatamente no canal utilizado por milhares de peixes em suas fases migratórias. Todos os anos, em pelo menos uma oportunidade, a Equipe da Carol se predispõe a fazer as marcações dos peixes para soltura com o apoio dos atletas do Instituto Meninos do Lago.
Dessa vez aconteceu no dia 10 de agosto e despertou muita atenção dos jovens atletas, ao ponto da atleta Aline Sanchez de apenas 10 anos afirmar ao pai:
“Um dia quero estar na equipe que cuida dos peixes da Itaipu Binacional”.


